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Putin lembra venda do Alasca e faz as contas: Gronelândia custa mil milhões de dólares

Presidente russo recorda que, quando os EUA compraram o Alasca, a imprensa norte-americana classificou a operação como "uma loucura".

O Presidente russo, Vladimir Putin, definiu na quarta-feira, 21 de janeiro, o preço da Gronelândia, a ilha ártica que o Presidente dos Estados Unidos tem insistido em adquirir, apesar da oposição da Dinamarca, entre os 200 e mil milhões de euros.

“A área da Gronelândia é ligeiramente maior (do que a da península do Alasca, que a Rússia vendeu aos EUA no século XIX) (…). Isto significa que, se compararmos com o custo da compra do Alasca pelos EUA, o preço da Gronelândia rondaria os 200 a 250 milhões de dólares”, referiu durante uma reunião do Conselho de Segurança da Rússia, a segunda convocada por si esta semana.

“Se compararmos com o preço do ouro na altura, este valor seria mais elevado, certamente mais próximo de mil milhões de dólares. Acredito que os Estados Unidos podem chegar a este valor”, acrescentou.

Putin realçou que a Rússia tem experiência histórica nesta matéria com a venda do Alasca, que Washington comprou em 1867 ao czar Alexandre II por 7,2 milhões de dólares, a 4,73 dólares por quilómetro quadrado (aproximadamente 158 milhões de dólares à taxa de câmbio atual, segundo o presidente russo).

Lembrou ainda que a Dinamarca sempre tratou a Gronelândia como uma colónia e de forma “bastante dura, para não dizer cruel”, segundo declarações citadas pela agência de notícias estatal russa TASS.

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