Nos últimos anos, passou a haver sete vezes mais crimes de ódio, salientou o responsável máximo pela PJ, lembrando que esta estrutura criminosa já esteve ligada ao homicídio de José Carvalho, político do PSR, em 1989, e de Alcindo Monteiro, em 1995, no Bairro Alto, “num crime hediondo que marcou o país”. Já neste século, duas operações da PJ, uma em 2007 e outra em 2016, visaram os Hammerskin, um grupo radical de extrema-direita, responsável por vários crimes violentos.
A investigação que culminou nesta operação foi “iniciado há relativamente pouco tempo” e permitiu identificar uma associação criminosa ligada a crimes de discriminação e incitamento ao ódio e violência.
“Uma organização hierarquizada, com estabilidade no tempo, que se alarga, e com uma vontade coletiva e sentimento de pertença, de ideologia neonazi, com o objetivo de segregação de parte da população”, descreveu Luís Neves.
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