Na defesa da “soberania” e da “integridade territorial”, vários líderes europeus declararam esta terça-feira, 6 de janeiro, o apoio à Dinamarca perante as ameaças do presidente norte-americano, que renovou o interesse dos EUA na ilha do Ártico, após a ação militar que levou à captura de Nicolás Maduro, o agora líder deposto da Venezuela.
“A Gronelândia pertence ao seu povo. Cabe à Dinamarca e à Gronelândia, e somente a elas, decidir sobre assuntos que dizem respeito à Dinamarca e à Gronelândia”, lê-se no comunicado assinado pela primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen, pelo presidente francês Emmanuel Macron, pelo chanceler alemão Friedrich Merz, e pelos chefes de Governo de Itália, Giorgia Meloni, do Reino Unido, Keir Starmer, de Espanha, Pedro Sánchez, e da Polónia, Donald Tusk.
Os sete líderes europeus consideram que a “segurança no Ártico continua a ser uma prioridade fundamental para a Europa e é essencial para a segurança internacional e transatlântica”.
A “NATO deixou claro” que o “Ártico é uma prioridade” e os aliados europeus estão a intensificar os seus esforços na região, referem no documento. “Nós e muitos outros aliados aumentamos a nossa presença, atividades e investimentos para manter o Ártico seguro e dissuadir adversários”, enumeram.
Os sete países membros da Aliança Atlântica recordam que “o Reino da Dinamarca – incluindo a Gronelândia – faz parte da NATO”.
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