“A operação foi um sucesso total. Nicolás Maduro foi capturado, juntamente com a sua esposa, e ambos foram retirados da Venezuela por via aérea”, declarou Trump numa comunicação pública, acrescentando que a ação envolveu várias agências de segurança dos Estados Unidos. “A Venezuela deixou de ser um refúgio para criminosos e ditadores”, afirmou ainda.
Segundo o Presidente norte-americano, a operação teve como objetivo “restabelecer a ordem e proteger a segurança nacional dos Estados Unidos”, acusando o regime venezuelano de estar “profundamente envolvido em narcotráfico, corrupção e ameaças transnacionais”. Trump garantiu que “não se tratou de uma guerra contra o povo venezuelano, mas de uma ação cirúrgica contra um regime ilegítimo”.
Durante a madrugada, foram registadas explosões e movimentações militares em várias zonas de Caracas, com relatos de sobrevoos de aeronaves e interrupções no fornecimento de eletricidade em alguns bairros da capital.
O Governo da Venezuela reagiu denunciando uma agressão militar estrangeira e uma violação da soberania nacional. Até ao momento, as autoridades venezuelanas não confirmaram oficialmente a captura de Nicolás Maduro, limitando-se a afirmar que o país enfrenta “uma ofensiva externa sem precedentes”.
Trump, por sua vez, insistiu que a situação está sob controlo e prometeu divulgar mais informações nas próximas horas, em conferência de imprensa. “O mundo vai perceber que esta foi a decisão certa”, afirmou. “A era de Maduro acabou”.
A comunidade internacional acompanha os acontecimentos com elevada preocupação, enquanto se aguardam esclarecimentos adicionais sobre o paradeiro do líder venezuelano e as consequências diplomáticas e geopolíticas da operação anunciada por Washington.