Incluído num novo lote de milhares de documentos divulgados hoje sobre o caso do criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, o depoimento de 27 de outubro de 2020 não identifica a fonte das autoridades federais, nem a alegada vítima, uma vez que foram omitidos muitos detalhes.
Segundo o relato de um motorista de limusinas na região de Dallas, que afirma ter levado Trump para o Aeroporto de Fort Worth (Texas) em 1995, durante a viagem este disse coisas “muito perturbadoras”, tanto que quase o tirou do carro “para o agredir”.
Durante a chamada telefónica, Trump terá mencionado repetidamente o nome “Jeffrey” e referiu-se a “abusar de uma rapariga”, de acordo com o motorista.
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