Para o tribunal, ficou provado que Adriano Quintanilha, Nuno Ribeiro e o contabilista da equipa, Hugo Veloso, engendraram um plano, que concretizaram, para dopar os ciclistas da equipa, que durante vários anos dominou as principais provas de ciclismo de estrada profissional em Portugal.
Contudo, os juízes do coletivo que julgou os 26 arguidos do processo (por falta de um espaço adequado no Tribunal de Penafiel, o julgamento fez-se numa sala anexa ao Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira) concluíram que Nuno Ribeiro, sendo fundamental no esquema de doping na W52 – F.C. Porto, não usou a ascendência que detinha como diretor-desportivo da equipa para obrigar os ciclistas a doparem-se.
O contabilista Hugo Veloso foi condenado numa pena de prisão de três anos e quatro meses, mas suspensa na sua execução.
Leia mais em Jornal de Notícias