A próxima quinta-feira, dia 11 de dezembro, vai ficar marcada por um greve geral contra as alterações à lei do trabalho. Em conformidade, foram decretados serviços mínimos para uma série de empresas (públicas e privadas), assim como escolas, hospitais e aeroportos, por exemplo.
Recorde-se que a marcação da greve resulta de um acordo entre os sindicatos UGT e CGTP, que tem estado na ordem do dia, a par das próprias alterações à lei. De acordo com aquelas organizações, a proposta do Governo, caso seja aprovada, vai resultar em vários malefícios para a economia a sociedade.
Entre outros fatores, pode ler-se no site da UGT, vai “facilitar despedimentos”, assim como “reduzir direitos de parentalidade” e “limitar o direito à greve”, a par de “aumentar a precariedade”, aponta-se.
Ora, a lei do trabalho determina que, em situações como esta, os sindicatos devem assegurar a “prestação de serviços mínimos indispensáveis”, de forma a salvaguardar a “satisfação de necessidades sociais impreteríveis”. Neste contexto, uma série de empresas do setor público já conhecem os detalhes com que vão poder contar na quinta-feira.
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