Os Serviços de Saúde enfatizaram que Macau tem trabalho feito nesta área, mas ainda há muito para fazer na prevenção. O diretor dos Serviços de Saúde, Alvis Lo, diz que a estatística não mente. O cancro é o inimigo número um da saúde pública em Macau, uma vez que é a doença que mais mata no território.
Ainda assim Alvis Lo garante que Macau tem trabalho para mostrar e investimento feito na prevenção. Isso, garante, já se reflete nos resultados.
A taxa de sobrevivência aumentou, segundo Lo, de 59% para 62% em dez anos.
Na mesma conferência de imprensa para apresentação relatório anual dos casos de cancro em Macau relativos a 2023, Leong Iek Hou, chefe do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças, assegurou que o envelhecimento e hábitos de vida da população fazem com que os números da incidência da doença subam no território. Isto se analisarmos os últimos dez anos.
Mas a mesma especialista diz que se olharmos para a taxa de mortalidade, Macau tem tido uma evolução positiva, na última década.
O envelhecimento e hábitos da população não ajudam a que os dados melhorem significativamente, mas os números do território estão em linha com o resto do mundo, garante a chefe do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças.
Em 2023, houve 2445 casos de cancro em Macau. Os mais prevalecentes estão bem identificados afirma Leong Iek Hou. O cancro do pulmão representou uma fatia de 15,9% do total dos casos de cancro e lidera a lista. Seguem-se o cancro da mama, o cancro colorectal, o da próstata e o da tiroide como os que maior incidência têm no território.
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