As declarações foram dadas em entrevista à jornalista Elisa Ann Allen, do portal especializado em catolicismo Crux, para uma biografia de Robert Prevost, “Leão XIV: Cidadão do mundo, missionário do século 21”, lançada no Peru, país onde ele atuou durante boa parte da vida.
A íntegra da entrevista foi divulgada apenas nesta quinta-feira (18), porém a conversa ocorreu antes de uma comissão da ONU assegurar que há provas de genocídio cometido por Israel em Gaza.
“A palavra genocídio está sendo usada cada vez mais. Oficialmente, a Santa Sé não acredita que possamos fazer qualquer declaração sobre isso neste momento. Há uma definição muito técnica sobre o que genocídio pode ser, porém cada vez mais pessoas estão levantando a questão, incluindo dois grupos de direitos humanos em Israel”, disse o Papa.
Leão XIV também expressou a esperança de que as pessoas não se tornem “insensíveis” às “imagens horríveis” do conflito no enclave palestino. “Acredito que nós, seres humanos, e como resposta cristã, não podemos ficar insensíveis nem podemos ignorar isso. De alguma forma, temos de continuar a pressionar, a tentar uma mudança.
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