“Respeitamos a lei em todos os aspetos”, disse um porta-voz da empresa, em comunicado.
“Continuaremos a cooperar com todas as agências governamentais competentes no âmbito da sua avaliação do impacto sobre a concorrência nos mercados comerciais dos controlos à exportação” implementados pelos Estados Unidos sobre os produtos tecnológicos, acrescentou.
Sediada na Califórnia, a empresa, uma das líderes mundiais em ‘chips’ de inteligência artificial (IA), está no centro da rivalidade pela supremacia no domínio estratégico dos semicondutores.
Washington proíbe a Nvidia de exportar para a China os ‘chips’ mais avançados. A empresa também tem de pagar ao governo norte-americano 15% das receitas provenientes da venda de semicondutores de IA no país asiático.
Pequim manifestou preocupações relacionadas com a segurança nacional em relação aos produtos da Nvidia e exortou as empresas chinesas a recorrerem a fornecedores locais de semicondutores.
Depois de abrir uma investigação à Nvidia em dezembro, a principal autoridade reguladora do mercado chinês declarou na segunda-feira que a empresa violou as leis antimonopólio, de acordo com conclusões preliminares.
Não foram fornecidos detalhes sobre as supostas infrações. Mas as autoridades indicaram que vão continuar a investigação.