“A Vuelta acabará?”, questionou “A Marca”, diário desportivo espanhol, após o fim abrupto da 16.ª etapa, com tomada de tempos à entrada da última subida, por dois motivos: uma árvore fora derrubada, impedindo a passagem dos corredores, e a zona de meta de Mos totalmente invadida e palco de confrontos entre os manifestantes, que pedem a expulsão da equipa de Israel, e a polícia de choque.
A pergunta faz sentido devido ao aumento dos protestos pró-Palestina, com os espanhóis cada vez mais irritados pelas reações da formação israelita, já incentivada por Benjamin Netanyahu por “não ceder ao ódio e intimidação”, e recusando-se a desistir, apesar da insistência dos organizadores da corrida.
Leia mais em O Jogo