De acordo com dados preliminares da DGS, os 284 óbitos em excesso verificaram-se entre 28 de junho e os primeiros dias de julho e mais de 70% do excesso de mortalidade ocorreu no grupo etário com 85 ou mais anos.
A DGS indica também que não se verificou excesso de mortalidade abaixo dos 70 anos.
Na atualização de hoje, o índice Ícaro (que estima o impacto das temperaturas do ar na mortalidade) indica que não se “prevê um impacto significativo da temperatura na mortalidade” para os próximos três dias, “com exceção da região do Alentejo, sendo por isso possível que ocorra uma ligeira revisão em alta dos valores de excesso de mortalidade”.
A DGS, no entanto, referiu que o impacto deste episódio de tempo quente na mortalidade em excesso foi semelhante ao observado nos últimos dois anos.
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