Desta forma, no final do ano passado existia uma média de 3 médicos (2,9) por cada mil habitantes; 1 médico (1,1) de medicina tradicional chinesa (MTC) por cada mil pessoas; menos de um médico dentista ou odontologista (0,4) por cada mil pessoas e ainda cerca de 4 enfermeiros por cada mil habitantes (4,44). Tratam-se de “dados semelhantes aos de 2023”, aponta a DSEC.
Ainda assim, e em termos globais, Macau registou mais 50 médicos inscritos em termos anuais, num total de 2.030; mais 732 médicos de medicina tradicional chinesa ou mestres de medicina tradicional chinesa inscritos, um aumento de apenas quatro, em termos anuais; e uma redução de dois médicos dentistas inscritos, num total de 304. Por sua vez, o território ganhou mais 78 enfermeiros no espaço de um ano, com 3.058 inscritos no final de 2024.
Em termos do número de camas havia, no final do ano passado, 1.779 camas nos cinco hospitais locais, uma redução de 103 em termos anuais “devido principalmente à transferência de camas para doentes”. As camas para internamento aumentaram em 96 unidades face a 2023, mas a taxa de utilização destas, de 71,5 por cento, registou um decréscimo homólogo de 2,3 pontos percentuais.
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