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Sala Oval torna-se ringue diplomático para Trump

A mais recente emboscada na Casa Branca, em que o presidente norte-americano, Donald Trump, acusou, na quarta-feira, a África do Sul de promover um “genocídio” branco, é mais um episódio de alta tensão na Sala Oval, onde líderes mundiais encaram duras declarações para além do protocolo diplomático.

O chefe de Estado sul-africano foi a Washington para tentar reatar as relações com o Governo dos Estados Unidos, que insiste na retórica de conspiração de que o país está a expropriar e a matar a minoria branca dona da maior parte das terras. Cyril Ramaphosa chegou a trazer o magnata Johann Rupert e dois conhecidos atletas de golfe, Ernie Els e Retief Goosen, para demonstrar que há harmonia entre as diversas etnias na África do Sul – e que o crime é um problema comum a todos.

Após o presidente sul-africano pedir que o líder norte-americano ouvisse vozes de pessoas da África do Sul para se convencer de que não há um genocídio branco, um esforço coordenado pela Casa Branca começou. Ao baixar das luzes, foi exibido um vídeo de cinco minutos com alegadas provas de que há assassinatos de agricultores brancos e de que há um discurso favorável à violação racial no país.

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