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Mortas à fome, amputadas, órfãs: ser criança em Gaza é cada vez mais difícil

Numa Gaza em que sobreviver é uma luta constante, grande parte da população é jovem. Com mais de um milhão de menores, o que representa cerca de metade dos palestinianos no enclave, os que resistem à agressão israelita enfrentam uma dura realidade, com fome, amputações, perda dos pais e a destruição de escolas.

O recente alerta das Nações Unidas de que 14 mil bebés podem morrer de fome em breve ocorre após dois meses e meio de bloqueio israelita ao enclave palestiniano. Neste período, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reportou a morte de pelo menos 57 menores por desnutrição.

Apesar do anúncio de que as autoridades hebraicas permitiram a entrada de cerca de uma centena de camiões com ajuda humanitária, a ONU informou que não conseguiu distribuir o material devido a atrasos provocados por Telavive. Nesta quarta-feira, os Emirados Árabes Unidos anunciaram um acordo com Israel para a entrega de “ajuda humanitária urgente” que “vai lidar com as necessidades alimentares de aproximadamente 15 mil civis na Faixa de Gaza na fase inicial”.

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