Vários países aumentaram nesta segunda-feira (19) a pressão sobre Israel devido aos ataques na Faixa de Gaza. Em nota conjunta, Reino Unido, França e Canadá, os dois primeiros integrantes permanentes do Conselho de Segurança da ONU, ameaçaram adotar “medidas concretas” caso Tel Aviv não cesse “ações escandalosas” no território. Em nota separada, mais de 20 países exigiram a “retomada completa de ajuda” aos palestinos.
“Israel sofreu um atentado atroz em 7 de outubro [de 2023]. Sempre apoiamos o direito israelense de se defender contra o terrorismo, mas esta escalada é totalmente desproporcional”, escreveram o presidente francês, Emmanuel Macron, e os primeiros-ministros canadense, Mark Carney, e britânico, Keir Starmer.
Numa declaração contundente, os líderes ainda criticaram o que chamaram de “linguagem odiosa usada” por autoridades israelenses e advertiram que o deslocamento forçado e permanente de civis em Gaza viola o direito internacional humanitário. Os três países, diz a nota, não ficarão “de braços cruzados enquanto o governo de [Binyamin] Netanyahu continua com essas ações escandalosas”.
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