“A China apoia todos os esforços que buscam alcançar a paz”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning.
Trump prometeu durante a campanha eleitoral que acabaria em 24 horas com o conflito, iniciado em fevereiro de 2022, mas seus esforços, quatro meses após assumir o poder, ainda não apresentaram resultados.
O presidente russo, Vladimir Putin, qualificou a conversa com Trump na segunda-feira como “útil, muito instrutiva e muito franca”.
Putin, no entanto, prosseguiu com um tom reservado e disse que estava disposto a trabalhar com a parte ucraniana em um memorando sobre um eventual acordo de paz futuro.
Também insistiu na necessidade de compromissos das duas partes.
A China, aliada da Rússia, declarou nesta terça-feira que apoia “o diálogo e as negociações diretas entre a Rússia e a Ucrânia e defende a resolução política da crise”.
Pequim espera “que as partes envolvidas continuem o diálogo e a negociação para alcançar um acordo de paz justo, duradouro e vinculante, aceitável para todas as partes”, insistiu Mao Ning.
Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 2022, Pequim se apresentou como uma parte neutra no conflito, mas as potências ocidentais a acusam de favorecer a Rússia nas áreas econômica e diplomática.