Em Luanda, por exemplo, a marcha, que serviu para saudar o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, decorreu de forma ordeira, a partir do largo do Hotel Alameda e terminou na praça da Independência (ex-1º de Maio), sob lema “Trabalhadores organizados lutemos pela estabilidade do emprego”.
De acordo com a secretária-geral da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos (UNTA), Filomena Soares, a marcha serviu para mostrar que os angolanos estão prontos para o trabalho, vontade de produzir, mas exigem empregos dignos e que sejam valorizados.
“Precisamos incutir na mente dos empregadores que nós trabalhadores representamos a principal franja da população que produz, porque sem a produção não teremos salários mínimos e trabalhadores saudáveis”, disse.
A líder sindical defendeu a necessidade de os empregadores apostarem na valorização dos trabalhadores, a fim de concederem empregos dignos e salários melhores, acrescentando que a negociação colectiva deve ser permanente para o desenvolvimento económico do país.
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