No rescaldo de um evento “excecional” cujos efeitos ainda se fizeram sentir na terça-feira, “ainda é muito cedo” para quantificar as perdas, mas é possível apontar num sentido. “No cenário mais pessimista, perdeu-se um dia no produto interno bruto (PIB), o que dá cerca de 1,1 mil milhões de euros”, aponta Óscar Afonso, diretor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP), dividindo o PIB de 2024, de 284,9 mil milhões de euros, pelos 253 dias úteis do ano.
À mesma conclusão chegaram especialistas espanhóis ouvidos pelo “El País”, estimando que, no pior dos cenários, o apagão tenha custado 4,5 mil milhões de euros ao país vizinho. O diretor da FEP apela à prudência no valor estipulado, já que “também houve mais atividade económica noutros domínios”, através do consumo anormal registado nos supermercados.
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