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Bolsonaro associa turma do STF a ‘câmara de gás’ e diz que pode morrer na prisão

Denunciado ao STF (Supremo Tribunal Federal) sob a acusação de liderar uma tentativa de golpe de Estado, Jair Bolsonaro (PL) disse nesta terça-feira (25) ver sua condenação como provável considerando as condições atuais e afirmou que a primeira turma da corte, responsável pelo caso, é conhecida como "câmara de gás".

“Se você analisar uma turma com a outra, essa turma que eu estou, tem um apelido, né? Câmara de gás. Entrou ali…”, ele declarou em entrevista ao jornalista Leo Dias. Questionado sobre quem teria apelidado o grupo dessa forma, respondeu: “É o que a gente ouve falar por aí”.

A denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Bolsonaro deverá ser julgada na Primeira Turma do STF, onde atua o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Ela é formada ainda pelos ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux.

“Pelo andar da carruagem, o senhor vai ser condenado por essa turma, né?”, perguntou o jornalista. “Hoje em dia, sim, mas tem um tempo pela frente ainda”, respondeu. Os dois ministros indicados pelo ex-presidente em seu mandato, Kassio Nunes Marques e André Mendonça, integram a Segunda Turma do Supremo, composta ainda por Gilmar Mendes, Edson Fachin e Dias Toffoli.

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