Alegadamente, dezenas de mineiros ilegais vivem debaixo da terra há meses, sobretudo depois de operações policiais contra a mineração ilícita.
“Estamos a começar a mostrar os corpos daqueles que morreram. Isto é fome, as pessoas estão a morrer por causa da fome”, salienta, revelando que o total de mortos nesta mina “é de 96.
Os mineiros terão entrado nesta minha, conhecida como Stilfontein, sem qualquer permissão, o que levou a que as autoridades, de forma a tentaram fazer com que estes saíssem, a proibir o fornecimento de alimentos e água. Um elemento do governo chego a dizer: “Vamos acabar com eles”.
Numa conferência de imprensa realizada na segunda-feira perto do local, a autarquia de Giwusa, juntamente com figuras da comunidade, disse que os vídeos partilhados “pintaram um quadro muito terrível” da situação.
“O que aconteceu aqui tem de ser chamado pelo que é, é um massacre de Stilfontein. Porque o que esta filmagem faz é mostrar um monte de corpos humanos, de mineiros que morreram desnecessariamente”, disse o presidente de Giwusa, Mametlwe Sebei.