Negociadores dos países membros do grupo estão reunidos no Rio de Janeiro para tentar elaborar uma proposta de declaração final que possa ser chancelada pelos líderes que, nos dias 18 e 19, participam da cúpula do G20.
O principal ponto de discordância é o trecho do documento que aborda as guerras na Ucrânia e em Gaza, que vem sendo debatido em reuniões restritas. A Arábia Saudita pressiona para que Israel seja mencionado na referência ao conflito do Oriente Médio, algo que seria vetado pelos EUA.
Já países europeus querem que seja dado o mesmo peso para as duas guerras, na Ucrânia e em Gaza, enquanto nações árabes insistem em maior veemência na condenação da morte de civis palestinos. Uma versão dos parágrafos vista pela Folha não faz referências a Rússia e a Israel como responsáveis pelas guerras.
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