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Livrar-se do madrugador galináceo “de estimação” está fora de hipótese e, para prevenir dissabores maiores com os queixumes da vizinhança turística, Joaquim, 86 anos, arregaçou as mangas e foi até ao galinheiro acertar com o garnizé a melhor hora para o bicho despertar no quintal da casa, na Boavista, no Porto. “Adiantei-lhe o relógio em duas horas e, em vez de ele cantar às cinco, canta às sete, porque fica escurecido”, explica o octogenário, divertido com a estratégia que arquitetou para evitar que os inusitados reparos dos clientes de alojamentos locais se repitam.
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