Uma vitória económica, antes de mais nada. Qian Feng, da Universidade Tsinghua, credita o resultado em grande parte ao desemprego elevado, sem que a economia real refletisse o crescimento indiano, saudado mais no exterior do que internamente.
Modi e os seus ministros devem se voltar agora mais para essa e outras questões domésticas, eventualmente com políticas de renda, por exemplo. Na mesma linha, sem maioria para reformas liberalizantes, a Índia já começou no fim da apuração a perder atração para investidores estrangeiros.
Hu Xijin, hoje mais influenciador de Weibo do que jornalista, avaliou de bate-pronto que o resultado pode levar à revisão da aposta em Modi, inclusive de investimentos, feita por aliados ocidentais como os Estados Unidos, pelo fato de ele estar a perder força para as reformas fiscal e trabalhadora.
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