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Fritzl, “o monstro de Amstetten”, que colocou filha em cativeiro, pode ser libertado em breve

Josef Fritzl, o homem condenado a prisão perpétua por ter mantido a filha em cativeiro durante 24 anos, na Áustria, pode vir a ser libertado em breve. Aos 90 anos, um polémico relatório diz que sofre de demência, levando a sua advogada de defesa a pedir a libertação por este ser agora considerado "inofensivo".

“Não teria medo de ir viver com ele”, garante Astrid Wagner, a advogada, remetendo a avaliação psicológica constante de um relatório de 28 páginas para pedir a libertação de Fritzl, condenado a prosão eprpétua em 2009, depois de admitir ter mantado a filha em cativeiro durante 24 anos, tendo-a usado como escrava sexual.

“O monstro de Amstetten”, como ficou conhecido quando o caso chocou a Áustria e o resto do Mundo, viverá isolado na cadeia, tendo como único amigo de prisão um homicida canibal, que desmembrou uma prostituta húngara para fazer goulash, afirmou a advigada de Fritzl.

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