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“Não teria medo de ir viver com ele”, garante Astrid Wagner, a advogada, remetendo a avaliação psicológica constante de um relatório de 28 páginas para pedir a libertação de Fritzl, condenado a prosão eprpétua em 2009, depois de admitir ter mantado a filha em cativeiro durante 24 anos, tendo-a usado como escrava sexual.
“O monstro de Amstetten”, como ficou conhecido quando o caso chocou a Áustria e o resto do Mundo, viverá isolado na cadeia, tendo como único amigo de prisão um homicida canibal, que desmembrou uma prostituta húngara para fazer goulash, afirmou a advigada de Fritzl.
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