O diagnóstico elevado de infeções respiratórias parece estar na origem do excesso de mortalidade, mas a causa certa ainda não é possível de identificar. “É uma situação com várias causas, mas será preciso algum tempo para se avaliar todos os dados e perceber se há um aspeto que possa ter contribuído mais para o excesso de mortalidade”, explicou ao DN o epidemiologista do Instituto de Saúde Pública (ISP) da Universidade do Porto, Milton Severo.
A verdade, no entanto, é que Portugal é, neste início de ano, o único país de entre mais de 20 da Europa – que contribuem com informação para o site europeu EuroMOMO, que faz a vigilância da mortalidade – com a classificação de “excesso muito elevado” (very high excess) de mortalidade.
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