O que aconteceu:
Além dos mandados de prisão preventiva, a PF cumpre 13 ordens de busca e apreensão em Cuiabá (MT), Cáceres (MT), Santos (SP), São Gonçalo (RJ) e Brasília (DF). A operação foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes;
“Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido e crimes da lei de terrorismo”, informou a corporação;
Essa não foi a primeira vez que Léo Índio foi alvo da PF na operação. Em janeiro deste ano, a corporação realizou buscas em endereços dele em Brasília e no Rio de Janeiro. Leonardo Rodrigues é investigado por publicar fotos e vídeos junto aos extremistas durante a invasão e depredação da sede do STF;
Em uma das publicações, Léo aparece na parte de cima do prédio do Congresso Nacional, local onde é proibido permanecer.
Quem é Léo Índio?
Léo Índio já ocupou cargo de assessor parlamentar do senador Chico Rodrigues (DEM-RR). Após o político ter sido flagrado com R$ 33.150,00 na cueca, em 2020, ele pediu exoneração da função;
Pouco tempo depois, foi nomeado assessor parlamentar da Primeira Secretaria da Casa, que era comandada pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC);
Contudo Léo ganhou notoriedade ao usar as suas redes sociais para divulgar uma campanha de financiamento para os atos do dia 7 de setembro de 2021. Em algumas postagens, ele chegou a informar que a vaquinha aceitava doações por meio de criptomoedas;
Por conta disso, ele passou a ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal. Na época, o ministro Alexandre de Moraes ainda ordenou o bloqueio das redes sociais de Léo Índio e de uma chave pix divulgada por ele para arrecadar as doações.
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