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Igreja portuguesa deixa porta aberta a compensação financeira de vítimas de abusos

Entra em Setúbal ao mesmo tempo que a Igreja discute ventos de mudança, reunida no sínodo.

O mais novo cardeal português, Américo Aguiar, já se informou sobre as características sociais da sua diocese e os efeitos da “vizinhança tóxica” com Lisboa, mas sobre os chamados temas fraturantes prefere a prudência: já houve o tempo de ouvir, agora será o momento das decisões e considera prejudicial criar “fogo de artifício” em torno de temas como a união homossexual ou a ordenação de mulheres. Sobre o conflito Israel-Palestina, deixa um alerta: “o pior que podemos fazer é tomar partido”.

Sim, estive no dia da nomeação formal, mas só a partir da tomada de posse é recomendável e lícito fazer seja o que for.

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