As autoridades foram mobilizadas como uma resposta ao ataque a tiros feito contra os quatro médicos na Barra da Tijuca. Acredita-se que os ortopedistas teriam sido confundidos com milicianos e três deles foram assassinados a mando de chefes da facção criminosa que desejavam se expandir para a Zona Oeste do Rio de Janeiro, território controlado por grupos rivais. Cerca de mil agentes foram acionados
O secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, José Renato Torres, declarou em coletiva que o foco era o Complexo da Maré, mas os serviços de inteligência das forças de segurança identificaram que os alvos teriam fugido do local. “Decidimos aumentar o nosso escopo de atuação para a Vila Cruzeiro e a Cidade de Deus.”
José Renato Torres também afirmou que no momento, as operações são feitas contra uma facção criminosa em específico, mas garante que todas as quadrilhas do Rio de Janeiro serão punidas da mesma forma. “Primeiro há a necessidade de pacificar o território, para depois estender para as buscas e apreensões e para as prisões dos mandados que nós temos em mãos”. Torres relatou que não houve registro de feridos nem de agentes da polícia ou de moradores das comunidades.
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