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Em entrevista à TVI/CNN, Costa lembrou que a UGT propôs que, em 2024, o salário mínimo “seja superior ao que está previsto” no acordo de rendimentos rubricado há um ano. “Não será do lado do Governo que existirá qualquer resistência” a que isso ocorra, garantiu.
Comprometendo-se a continuar a aumentar o salário mínimo “com bom senso”, o chefe do Executivo afastou a proposta da CIP [Confederação Empresarial de Portugal] de instituir o pagamento de um 15.º mês livre de impostos: “Reabrir debates sobre a TSU [Taxa Social Única] é a última coisa que a sociedade portuguesa quer”, justificou.
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