“Uma solução poderia ser a Ucrânia desistir de território e obter a adesão à NATO em troca”, afirmou Stian Jenssen, que trabalha para o chefe da aliança, o também norueguês Jens Stoltenberg, desde 2017. A fala foi feita a jornalistas em debate em Arendel, em seu país natal, e noticiada por órgãos como o site VG.
Jenssen ainda ponderou, dizendo que a posição do chefe é a que vale: cabe à Ucrânia decidir o momento e os termos em que aceitará negociar com Vladimir Putin. O presidente Volodimir Zelenski insiste que isso só ocorrerá com a desocupação total dos russos, incluindo na conta a Crimeia anexada sem luta em 2014.
O Kremlin dá de ombros quanto a isso, como a renovada campanha de ataques aéreos e a sua própria ofensiva no nordeste ucraniano provam. As dificuldades de Kiev na contraofensiva iniciada com apoio material e treinamento da Otan em junho apenas adensam o clima para Zelenski.
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