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Preços mais altos no Algarve compensam redução de turistas

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As dormidas a sul do país estão ainda um passo atrás do ano pré-pandemia, mas proveitos deram um salto de 36% até maio. O novo presidente da Região de Turismo do Algarve está otimista quanto a este ano turístico, e quer o destino a crescer mais em valor do que em procura.

O turismo recuperou o fôlego em 2022 e a retoma pós-pandemia continuou a ganhar gás na primeira metade deste ano em praticamente todo o país. O Algarve é a exceção à regra e a única região de Portugal onde os principais indicadores da atividade turística ainda não conseguiram igualar os números de 2019, aquele que foi considerado o melhor ano de sempre para a atividade.

Apesar de estar um passo atrás no mapa nacional no que respeita às dormidas – 8,5 milhões até junho, -0,8% face ao primeiro semestre de 2019 -, as receitas têm crescido à boleia do aumento dos preços. Até maio, os alojamentos turísticos da região registaram proveitos totais – que somam ao alojamento outros gastos inerentes à estada dos turistas como restauração, lavandaria entre outros serviços – de 385 milhões de euros, ou seja, 36% acima de 2019, de acordo com os últimos dados disponíveis do Instituto Nacional de Estatística (INE). As contas dão tranquilidade ao novo presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA) que vê com alento o reforço das receitas com menos turistas.

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