As taxas de juro da zona euro voltaram ontem a subir (pela nona vez consecutiva desde julho do ano passado), mas esta campanha de aperto monetário já está a surtir alguns dos efeitos desejados pelo Banco Central Europeu (BCE): uma quebra na procura e na inflação, disse a presidente da instituição, Christine Lagarde.
Mesmo com todos estes sinais, as taxas do BCE subiram mais 0,25 pontos percentuais. A taxa central (de refinanciamento) aumentou para 4,25%, o maior valor em 15 anos.
O impacto depressor que já se está a materializar na atividade e nos preços pode fazer com que, depois das férias de agosto, o BCE fique menos inquieto com a inflação “demasiado alta, podendo mesmo “talvez” fazer uma pausa no ciclo agressivo de subidas de juro em setembro (data da próxima reunião de política monetária), afirmou Lagarde na conferência de imprensa na qual explicou a nova subida de juros.
A Reserva Federal dos EUA fez uma pausa em junho e esta semana retomou os aumentos.
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