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O Ministério Público pediu esta segunda-feira a prisão preventiva como medida de coação para Hernâni Vaz Antunes, detido no âmbito da Operação Picoas.
Segundo a SIC Notícias e a CNN Portugal, além desta, o Ministério Público considera ainda que o cofundador da Altice Armando Pereira deve ficar em prisão domiciliária, mas a medida de coação poderá ser convertida numa caução de 10 milhões de euros, caso o juiz aceite.
O cofundador da Altice está indiciado por 11 crimes, entre os quais corrupção ativa e passiva, branqueamento de capitais e falsificação de documentos.
Para Armando Pereira, segundo a Lusa, o Ministério Público pediu ainda a proibição de contactos com outros arguidos ou pessoas e empresas fornecedoras da Altice.
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