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Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) avaliam tomar uma medida para evitar que o indicado do presidente Jair Bolsonaro (PL) à corte seja o responsável por julgar as ações que tratam das propagandas eleitorais na disputa presidencial de 2022.
Em todas as campanhas anteriores, os dois ministros substitutos oriundos da advocacia estiveram à frente desses processos.
Neste ano, porém, uma das responsáveis pelo tema até agosto deverá ser a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia e há chance de algum outro integrante do Supremo seguir com a atribuição durante o pleito.
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