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No encontro entre Vladimir Putin e António Guterres, o líder do Kremlin acusou a Ucrânia de “genocídio” no leste do país, repetindo a ideia de que a Rússia foi “forçada” a invadir o país vizinho. Garantindo que a Rússia “está a aberta as negociações”, o presidente russo frisou que o massacre que aconteceu na cidade ucraniana Bucha, que alegou ser “encenado”, vieram dificultá-las. A atrasar as negociações estão também dois pontos, que não especificou.
Para justificar o desejo de independência das autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, na região separatista de Donbass, Putin disse que “a autodeterminação de um Estado não o obriga a pedir autorização do poder central para proclamar a sua independência” e usou o exemplo do território do Kosovo, cuja libertação da soberania da Sérvia foi apoiada pela maioria dos Estados-membros da ONU, disse.
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