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“Eu comprava sete a oito quilos de açúcar, mas hoje só comprei cinco, costumava comprar cinco dúzias de ovos, mas hoje só comprei quatro”, disse à Lusa uma mulher que aceitou identificar-se apenas por Rainha, arrumando no carro sacos de plásticos de compras que fez no mercado grossista do Zimpeto, em Maputo.
“Eu comprava sete a oito quilos de açúcar, mas hoje só comprei cinco, costumava comprar cinco dúzias de ovos, mas hoje só comprei quatro”, disse à Lusa uma mulher que aceitou identificar-se apenas por Rainha, arrumando no carro sacos de plásticos de compras que fez no mercado grossista do Zimpeto, em Maputo.
Em Março, Rainha comprou o favo de 24 ovos a 250 meticais (3,65 euros), mas hoje teve de pagar 275 meticais (quatro euros) pela mesma quantidade.
“Estes aumentos desprogramam tudo, quando é para fazer ´rancho` [compras do mês]”, afirmou a mulher, funcionária pública, casada e mãe de dois filhos.
A moçambicana não tem dúvidas de que se a escalada de preços continuar, “vai destruir famílias”, porque “haverá desentendimentos nas casas”.
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