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Um comandante da marinha ucraniana, que continua a resistir em Mariupol, deixou hoje um pedido de ajuda aos líderes mundiais.
Serhiy Volyna garantiu que as suas tropas não se iriam render, mas pediu ajuda para os 500 soldados feridos e para as centenas de mulheres e crianças que, segundo ele, estavam escondidas com os soldados ucranianos numa fábrica na cidade.
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