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Vinte anos depois da chacina, Militão só quer ser esquecido

No dia em que se completam duas décadas sobre o brutal crime de Fortaleza, um amigo de um dos mais famosos criminosos portugueses contou ao DN que “ele teme ser expulso para Portugal quando terminar a pena”.

A 12 de agosto de 2001, Joaquim Mendes, Manuel Barros e Joaquim Martins, de Abiul, região de Pombal, Vitor Martins, de Alportel, Joaquim Pestana, do Seixal, e António Rodrigues, de Ourém, foram agredidos, baleados e alguns enterrados vivos num buraco da cozinha da barraca Vela Latina, na Praia do Futuro, em Fortaleza, no Brasil. Duas décadas depois, Luís Militão, o autor moral de um dos crimes mais bárbaros da história do estado do Ceará, continua a cumprir a pena de 150 anos, 25 por cada vítima, a que foi condenado. Confrontado com a possibilidade de falar ao DN, recusou por sentir “ter o direito a ser esquecido”.

“Ele é ainda o preso mais famoso do Ceará – e esse é o maior drama dele”, disse ao DN uma pessoa que tem acompanhado Militão nos últimos anos e pediu anonimato. “Ele não quer falar à imprensa, está traumatizado com ela, e nem quer que ninguém fale por ele”, explica.

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