D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, pede uma posição mais firme por parte do Governo português. Hizidine Achá, jornalista em Pemba, conta à TSF é um cenário de desespero e morte.
Há famílias desesperadas em Pemba, à espera do barco que deve chegar nas próximas horas, com refugiados da cidade de Palma. Durante o dia de domingo, chegou o primeiro navio com mais de 1200 pessoas, que desembarcaram sob fortes medidas de segurança.
O acesso aos jornalistas foi vedado, mas Hizidine Achá, correspondente da Sociedade Independente de Comunicação em Pemba, descreve o que conseguiu ver: urnas e ambulâncias a sair, perante uma multidão em desespero. “Estava lá muita gente, mesmo sem saber se o familiar vinha ou não. As famílias não tiveram contacto, porque saíam do autocarro para os acampamentos e para o aeroporto, e acabaram por abandonar o local.”
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