Messi e Cristiano Ronaldo à parte, ninguém é tão talentoso no mundo do futebol de hoje em dia quanto Neymar, concorda a maioria dos analistas. Mas também ninguém é tão caro como o brasileiro do Paris Saint-Germain.
O ano de 2020 reforçou essa tendência: com salário anual em redor de 36 milhões de euros, (ou seja, de três milhões por mês, isto é, de 700 mil por semana, correspondente a 100 mil por dia) mas apenas 27 jogos realizados ao serviço do clube da capital francesa, Ney custou 1,33 milhões de euros por partida. Mais do que o prodígio argentino e do que o génio português.
Os culpados pelo preço tão elevado são o próprio jogador, esteve suspenso de alguns encontros por cartões, o seu corpo, suscetível a lesões musculares, no tornozelo e na costela ao longo do ano, mas também, claro, ela, a incontornável e omnipresente pandemia.
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