Deputados são acusados de receber propina para beneficiar fabricantes do item de proteção.
O escândalo envolvendo deputados que pertenciam ao bloco conservador da chanceler alemã, Angela Merkel, ocorre em um momento infeliz para os cristãos-democratas: no domingo (14), serão realizadas eleições estaduais em Baden-Württemberg e Renânia-Palatinado.
Acusados de receber propinas por recomendar fabricantes de máscaras ao governo federal ou por intermediar negócios entre empresas como parte do esforço para adquirir mais quantidades do item, os parlamentares Nikolas Löbel, da União Democrata Cristã (CDU), e Georg Nüsslein, da aliada União Social Cristã (CSU) da Baviera, renunciaram aos blocos de seus respectivos partidos.
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