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Apoio às PME pôs travão ao fecho de negócios em Macau

Diana do Mar

Menos de 1% dos estabelecimentos comerciais que beneficiaram do pacote de apoio lançado pelo Governo para aliviar o impacto da crise provocada pela pandemia fechou portas ao longo de 2020.

É o que indicam dados facultados pela Direcção dos Serviços de Finanças (DSF) à TDM-Rádio Macau.

Ao abrigo do pacote de apoio, todas as empresas, salvo raras excepções como operadoras de jogo ou companhias de autocarros, eram elegíveis a um subsídio entre 15 mil e 200 mil patacas, dependendo do número de trabalhadores ao serviço. No caso de uma sociedade com diferentes estabelecimentos comerciais, o apoio podia chegar a um máximo de 1 milhão de patacas.

Dados da DSF indicam que 35.931 estabelecimentos comerciais usufruíram do apoio pecuniário, que ascendeu a 2,2 mil milhões de patacas, das quais 287 cessaram actividade.

Esses negócios, que contavam com 840 trabalhadores, foram obrigados a restituir verbas, dado que o fim da actividade num período de meio ano após a atribuição do subsídio pressupunha a devolução do apoio. Segundo a DSF, o montante restituído foi de praticamente 16 milhões de patacas.

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