Não dá para atribuir desgraças da África só à Europa, diz Mabanckou

por Guilherme Rego
Walter Porto

Escritor apresentou em palestra no Fronteiras do Pensamento sua ideia de existencialismo negro

O escritor franco-congolês Alain Mabanckou, de chapéu panamá e paletó rosa-choque com gola aberta, dedicou sua palestra no ciclo Fronteiras do Pensamento, ocorrida virtualmente nesta quarta, ao que chama de existencialismo negro.

Mabanckou se baseia na tese de que o ser humano é definido por suas ações e não pela predestinação ou pela moral imposta pela sociedade. Ele usa a ideia para afirmar que a história dos africanos não é definida pela Europa, mas sim por eles mesmos. O que pode ser uma faca de dois gumes.

Leia mais em Folha de S.Paulo.

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