Produção nacional “começa a ganhar outra vida” - Plataforma Media

Produção nacional “começa a ganhar outra vida”

A aquisição, no país, de aparelhos electrodomésticos, como TV plasma, fogões, geleiras, arca e ar condicionado das marcas globais Midea, Hisense, TCL e CLEA vai ficar mais facilitada e menos onerosa, com a inauguração, ontem, pelo Presidente da República, João Lourenço, da primeira fábrica de montagem dos equipamentos em Angola.

Localizada no Pólo Industrial de Viana, em Luanda, numa área de 50 mil metros quadrados, a fábrica, orçada em 15 milhões de dólares, dispõe de uma capacidade produtiva anual de 100 mil aparelhos de ar condicionados, 75 mil televisores, igual número de geleiras e arcas e 50 mil fogões.

Os aparelhos vão custar menos 30 por cento do preço praticado, actualmente, no mercado e já podem ser adquiridos, a partir de hoje, através da rede de distribuição da fábrica, em todos os municípios da capital do país, disse o director administrativo da fábrica, Francisco Epalanga.

O Presidente da República considerou o investimento “um sinal de que a produção nacional começa a ganhar outra vida”, não só nesta área, como no sector da agro-pecuária. Revelou que, nos últimos dois anos, camponeses, fazendeiros e agricultores, responderam, positivamente, à necessidade de haver maior produção interna em termos de bens alimentares.

João Lourenço falava à imprensa depois de assistir a um vídeo sobre a trajectória da empresa Indústria, Comércio e Construção (ICC Angola), detentora da fábrica, descerrar a placa, cortar a fita inaugural e efectuar uma visita guiada ao seu interior. O Titular do Poder Executivo disse que a gama de electrodomésticos montados pela fábrica é bastante procurados, sendo que, anteriormente, eram quase exclusivamente importados.

Com o surgimento, para breve, de outras fábricas, disse, começa a ver-se que, em termos de produção industrial, os empresários quer nacionais, quer estrangeiros, a operar em Angola, estão empenhados em aumentar a oferta de bens de consumo para a população. Segundo Presidente João Lourenço, a partir desta e de outras fábricas a surgirem vai efectivar-se este desejo e passar a consumir-se produtos feitos em Angola.

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