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Vitorino Silva, conhecido por Tino de Rans, revelou esta terça-feira à Lusa que será candidato a Presidente da República para lutar contra os “populismos”, mas quer adiar eleição para a primavera para poupar os idosos.
Depois de em 2016 a sua candidatura ter conseguido “152 mil votos”, o regresso na eleição presidencial surge para “combater os populismos e a abstenção”, centrando o seu foco na participação dos idosos no ato eleitoral previsto para janeiro de 2021, sublinhou Tino de Rans.
“Toda a gente sabe que em janeiro o frio é ‘de rachar’ e as eleições estão marcadas para essa altura, sendo que nessa altura podemos ter a pandemia da Covid-19 e a epidemia da gripe e não podemos permitir que os idosos possam faltar ao voto por estarem enfraquecidos ou com medo”, observou o agora oitavo pré-candidato conhecido.
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