As províncias fronteiriças vão continuar a merecer uma atenção especial do Executivo, no sentido de travar a propagação ou importação de casos positivos do novo coronavírus, garantiu ontem, no Dundo, província da Lunda-Norte, o ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República.
Falando durante o acto de entrega do Hospital de Campanha para tratamento de casos positivos da Covid-19, Pedro Sebastião frisou que a fronteira entre Angola e a República Democrática do Congo (RDC), a partir da província da Lunda-Norte, além de vasta, é “bastante sensível” e, caso não sejam criadas as condições necessárias pode “provocar algumas perturbações ao resto do país”.
Pedro Sebastião, que é igualmente coordenador da Comissão Multissectorial de Prevenção e Combate à Covid-19, sublinhou que, apesar da Lunda-Norte ter registado apenas um caso positivo, já recuperado, “é na prevenção e na antecipação” que deve assentar o trabalho das autoridades sanitárias para cortar a cadeia de transmissão.
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