Em 50 pontos, a campanha de Donald Trump apresentou a sua agenda para os próximos quatro anos. Ir a Marte, ensinar o excecionalismo americano nas escolas e levar grupos como a Antifa à justiça são alguns dos objetivos. Promete ainda que 2021 será já um ano de normalidade
Ter uma presença humana permanente na Lua; enviar americanos a Marte; “drenar o pântano das organizações globalistas”; ensinar o “excecionalismo americano” e um regresso ao normal em 2021 depois da covid-19. Estas são algumas das promessas de Donald Trump para um próximo mandato como presidente dos Estados Unidos da América, cargo a que se recandidata pelo Partido Republicano. Para os críticos, este plano para quatro anos é apenas uma lista de declarações vagas.
A lista de 50 pontos, divididos por áreas, foi apresentada com o título “Presidente Trump: Lutando por si!” [Fighting for You] e incluiu promessas amplas mas sem detalhes de como serão concretizadas. Algumas eram esperadas e normais, como promessas de milhões de novos empregos – fala em dez milhões de empregos em dez meses -, e também há outras que eram previsíveis em Trump como “responsabilizar a China por permitir que o vírus se espalhasse pelo mundo”.
De resto, a China merece um capítulo próprio, com cinco pontos, entre os quais recuperar para os EUA um milhão de postos de trabalho. Pode ler os 50 pontos da agenda de Trump aqui.
“Voltar ao normal em 2021” é outra promessa, numa referência às medidas de distanciamento social que causaram distúrbios generalizados nos estados do país enquanto as autoridades tentam suster a pandemia.
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