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Corrida ao subsídio de desemprego em Portugal explode durante a pandemia

Luís Reis Ribeiro

Jovens explicam metade da corrida aos centros de emprego no 2º trimestre. Aumento do desemprego é arrasador em Faro e Viana do Castelo.

O agravamento do desemprego ainda não aparece nos dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao segundo trimestre, mas o Ministério do Trabalho e da Segurança Social (MTSSS) mostra de forma inequívoca a brutal degradação que está em curso no mercado de trabalho.

Cálculos do Dinheiro Vivo (DV) a partir das séries históricas do MTSSS do número de beneficiários de subsídios de desemprego e outros apoios contra o desemprego, provam uma corrida desenfreada aos centros de emprego entre abril e junho, período que inclui boa parte do tempo do confinamento severo por causa da pandemia do coronavírus.

O distrito mais afetado é Faro, onde o número de pessoas apoiadas com prestações de desemprego triplicou (subida de 200% no final de junho face a igual período de 2019), reflexo direto do colapso e da interrupção no turismo. A segunda região mais afetada é Viana do Castelo, também muito dependente do fluxo turístico; aqui o aumento é de 82%. O aumento médio nacional homólogo ronda 38%.

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