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Pandemia apaga metade do emprego criado nos governos de António Costa

Luís Reis Ribeiro

Desemprego oficial esteve escondido, mas o desconfinamento começa a revelar a triste realidade. Desaparecerem 181 mil empregos ao todo, desde março.

Quatro meses de pandemia (de março a junho deste ano) apagaram mais de metade da criação de emprego obtida pela economia portuguesa durante os governos PS, de António Costa, indicam cálculos do Dinheiro Vivo com recurso às estimativas mensais de emprego e desemprego, ontem divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com as séries mensais históricas (ajustadas de sazonalidade) do INE, o emprego criado desde que o PS foi para o governo e até às vésperas da pandemia de covid-19 (de dezembro de 2015 a fevereiro de 2020) traduziu-se numa criação líquida de 350,9 mil postos de trabalho. Mas de fevereiro em diante tudo mudou. Com a imposição de confinamento à população e o encerramento de largas partes da economia logo em março, o emprego colapsou imediatamente.

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